Sempre fui de me doar.
Ouvia, ajudava, consolava, me importava.
E não foram poucas as vezes que, mesmo em segredo, eu deixava de pensar na minha vida pra ajudar os outros.
Em segredo, explico, porque não acho que preciso de medalhas, prêmio...s ou troféus.
Se eu faço, é de coração, sem esperar reconhecimento do outro. Mas, perdão, eu sou humano e sinto. O mínimo que a gente espera é gratidão.!
Aprendi que ela nem sempre aparece. Aprendi que às vezes as pessoas acham que o que a gente faz é pouco.
Por tanto aprendizado, acabei descobrindo que é melhor eu cuidar mais da minha vida e menos da dos outros.
Não quero morrer santo, quero morrer feliz.!!!!
Então, a rebelião!!!....
Como assim? Onde ele está?
Por que sumiu? Ai, meu Deus, como mudou. Não, eu continuo o mesmo. Só que até o mesmo se transforma.
E percebe que,.... guarde isso,!!!! ninguém vai andar ao seu lado.
A gente aprende a caminhar sozinho, pode até ter o auxílio de alguma mão, um apoio, mas os passos são dados por voce.No meio do caminho, entre acontecimentos, atalhos e força, você percebe que precisa abrir uma brecha para a fragilidade se instalar.
E que chorar alivia a alma.
Mais do que isso: abrindo a janela pra fragilidade é que você descobre o quanto de força ainda resta para seguir em frente...
caminhando .........
quarta-feira, 7 de março de 2012
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